Febre intermitente
Que tudo consome
Se for de amor
É guerra insana
E a alma que paga
O que se reclama
E o brilho fugídio...
Já não ilumina
E as palavras
Contaminam
Como veneno
Jogado ao moinho
Girando mortal
Na roda da vida
Osório/RS - 5-9-2010 – 17h15min


Nenhum comentário:
Postar um comentário